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| Robert Moses Joyce |
Escoa um rio por entre as passagens do tempo,
Alimenta de musgo a pedra que se carrega no plexo
Dilacera a metódica e doentia fixação de acordar cedo.
Pausas entre suspiros, e a vontade de romper consentida
De nada vale a sanidade.
Estamos há um palmo do império invisível
Presos em abismos interiores
Deslocados dentro de um caixão aberto,
Contemplamos nosso próprio desterro.
Utopias seculares ainda nos perseguem.
Tudo é uma simplória repetição
E não resta coragem para renascer
A criação se perde no parto
Cicatriza na projeção
Texto: Elise Vasconcelos
Conheça outros trabalhos fantásticos do Robert Moses Joyce!
http://www.flickr.com/photos/orangebubblegum/with/6473949855/
Texto: Elise Vasconcelos
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