quinta-feira, 4 de junho de 2015

Amantes

Toulouse Lautrec, Two lovers.

Eu, despida de vaidades
Contigo sou quem jamais imaginaria ser
Agora recomeço no teu corpo
Ancoro em tuas águas de mar profundo
Fundida em suor maciço para te carregar no peito

Sou a flor que desabrocha em tua janela
Um pássaro que transborda cantigas no nascer do sol
Tu és o raio que alimenta o meu canto
A chuva que rega minhas pétalas
Embalados nas curvas do vento seguimos em versos singelos





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